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quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

A Sociologia que não aprendi na escola

Amo essas análises que conseguem fazer tão bem uma síntese da realidade observada. Essa vai para as políticas que fazem as escolas exibirem os números do bom rendimento da educação básica: "uma política aumentativa, que muda os números, mas não muda as coisas numeradas" Durval Trigueiro Mendes.

sábado, 19 de abril de 2014

ESCOLA E DEMOCRACIA

"Mas nós sabemos também que, numa sociedade dividida em classes, a classe dominante não tem interesse na manifestação da verdade já que isto colocaria em evidência a dominação que exerce sobre as outras classes. [...] conclui-se que a importância política da educação reside na sua função de socialização do conhecimento. É realizando-se na especificidade que lhe é própria que a educação cumpre sua função política" (SAVIANE, 2008). Fragmento do livro ESCOLA E DEMOCRACIA. Como não se sentir provocada a pensar a especificidade da educação depois de ler esse livro. 
Não passem pelo curso de Pedagogia sem esse conhecimento!

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

A SOCIOLOGIA QUE NÃO APRENDI NA ESCOLA

Tudo que eu sou nada mais é do que um produto da realidade que se dispunha a minha volta.
Marcilene Rodrigues

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

AMO POESIA

A pior dor é aquela que você não pode apontar o lugar físico em que ela está. É a dor na mente. Ou a pior dor é aquela que é física, no corpo, como aquela dor de um estágio terminal de um câncer onde os mais fortes antibióticos já não conseguem aplacá-la?
 Você é dono da sua mente? Provavelmente sim, até você se sentir como se estivesse ao lado de você mesmo te observando. Isso não é natural! É uma dor sem lugar, sem motivo. Se a mente é o instrumento com o qual você pode pensar sobre todo e qualquer problema da vida, como pensar com uma mente doente o problema dela própria? A pior dor é a dor é aquela que não dói, é aquela que rouba o metabolismo do pensar e faz você sentir como se não quisesse se sentir. A pior dor é a sua.

Marcilene Rodrigues

sábado, 30 de novembro de 2013

AMO POESIA

Um dia eu sentei para escrever um texto e logo que comecei senti uma vontade enorme de escrever sobre o ato de sentar para escrever um texto. O desejo era tão grande que eu deixei, por um momento o primeiro texto e comecei a escrever este. Mas o que há de especial para escrever sobre o próprio ato de escrever? Uma metanarrativa? Não estou bem certa, mas acho que é isso, pois estou escrevendo sobre a ação de escrever.
 O que me faz pensar que eu possa dizer para mim mesma: “agora vou sentar e escrever um texto”. Bem, escrevi um texto, mas não o texto acadêmico que pensei que escreveria quando sentei para escrever. Acho que ouvi minha liberdade, acho que ouvi a pura e desinteressada criação usar minha mão e escrever por mim. (isso ficou realmente poético!). O que posso aprender com isso? (já que passei o tempo que era escrever um texto acadêmico escrevendo o que me deu na telha) Que de vez em quando temos que dizer para nós mesmos: “Vamos escreva!” Para que serve toda aquela teoria que você estuda no curso de Pedagogia? Para ficar pensando em como finalizar um texto que não tem nada a ver com as teorias (ou tem).
Assim termino, pois nem tinha a intenção de começar, pretendia escrever um texto acadêmico, da próxima vez vou sentar para escrever uma poesia.

Marcilene Rodrigues

domingo, 17 de novembro de 2013

Por que eu não sabia da ECONOMIA POLÍTICA?

A ignorância é muito cômoda quando não sabemos a verdade das coisas, mas uma vez reveladas nunca mais seremos os mesmos (Uma pequena produção minha depois das primeiras leituras da disciplina de ECONOMIA POLÍTICA).