sexta-feira, 31 de maio de 2013
O que é o homem?
Quando você se encontra no momento mais sombrio, você se auto-conforta. Acho que isso é um pouco do que chamamos de "instinto de sobrevivência".
domingo, 7 de abril de 2013
A sociologia que não aprendi na escola
Karl Heinrich Marx não escreveu especificamente para a Educação, mas deixou algumas ideias sobre a prática do educador que se propõe a favor da escola democrática. Propunha que este deveria observar, em sua prática dois pólos: o da afirmação de valores e o da reflexão crítica/autocrítica, e que a educação deveria continuamente passar de um pólo ao outro.
O professor quando ensina não transmite apenas conteúdos, mas também sua convicções e seus valores. Por que temos a sensação de que no nosso tempo os valores estão se perdendo? É uma questão passível de muito reflexão. Marx nos diz que até para não acreditar temos que acreditar que não estamos acreditando, ou seja, o homem precisa acreditar em algo e como educador, percebo que tal profissão me impõe estar consciente de meus valores de forma a tomar atitudes confiantes, sem dúvida e sem medo.
Mas onde estaria a práxis educativa se eu, como educador, me guiar apenas pelo que acredito?
Não podemos abandonar a reflexão crítica/autocrítica. Por isso Marx nos alerta para a ação confiante e a reflexão desconfiada.
A postura crítica do educador abre a reflexão, o diálogo e a possibilidade de mudança. A práxis tem na crítica um motor pulsante que a renova, que sugere sempre, a reflexão, o debate. Quem sabe assim, ficamos mais perto de praticar a dialética, quem sabe assim podemos, nós, meros educadores, contribuir com ações que norteiam na direção do reino da liberdade por meio do conhecimento e da reflexão crítica.
O professor quando ensina não transmite apenas conteúdos, mas também sua convicções e seus valores. Por que temos a sensação de que no nosso tempo os valores estão se perdendo? É uma questão passível de muito reflexão. Marx nos diz que até para não acreditar temos que acreditar que não estamos acreditando, ou seja, o homem precisa acreditar em algo e como educador, percebo que tal profissão me impõe estar consciente de meus valores de forma a tomar atitudes confiantes, sem dúvida e sem medo.
Mas onde estaria a práxis educativa se eu, como educador, me guiar apenas pelo que acredito?
Não podemos abandonar a reflexão crítica/autocrítica. Por isso Marx nos alerta para a ação confiante e a reflexão desconfiada.
A postura crítica do educador abre a reflexão, o diálogo e a possibilidade de mudança. A práxis tem na crítica um motor pulsante que a renova, que sugere sempre, a reflexão, o debate. Quem sabe assim, ficamos mais perto de praticar a dialética, quem sabe assim podemos, nós, meros educadores, contribuir com ações que norteiam na direção do reino da liberdade por meio do conhecimento e da reflexão crítica.
domingo, 31 de março de 2013
A sociologia que não aprendi na escola
A Educação transforma a sociedade, mas a sociedade dita os caminhas da Educação!
sábado, 16 de março de 2013
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
Amo poesia
" A nossa época é a época da crítica, à qual tudo tem que submeter-se. A religião, pela sua santidade, e a legislação, pela sua majestade, querem igualmente subtrair-se a ela. Mas então suscitam contra elas justificadas suspeitas e não podem aspirar ao sincero respeito, que a razão só concede a quem pode sustentar o seu livre e público exame."
Immanuel kant.
Immanuel kant.
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
Amo poesia.
Lutar com palavras
é a luta mais vã.
Enquanto lutamos
mal rompe a manhã.
[...]
Palavra, palavra
(digo exasperado).
se me desafias,
aceito o combate.
(Carlos Drummond de Andrade)
é a luta mais vã.
Enquanto lutamos
mal rompe a manhã.
[...]
Palavra, palavra
(digo exasperado).
se me desafias,
aceito o combate.
(Carlos Drummond de Andrade)
Assinar:
Postagens (Atom)
